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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Peryphery (Resume)

  Was proposed to us  a work that involves issues related to the periphery, whose goal is to create a blog so we could post all the material made about the themes, being one by week.
In our current society, we can observe that there is clearly a social class "deleted", in other words, on the margins. Members of this group are confronted daily with a backdrop of violence, crime and suffering, and often lack the basics for survival, forcing them to seek something to give them support, faith, hope and motivation to continue living. So often end up choosing one religion attend, keeping away from crime and pursuing a better way.
   We realize that there are ethical and aesthetic standards in bourgeois society in which these marginalized people end up not fitting in, which creates an exclusion of both parties, and certain prejudice, discrimination. The suburbs have their own standards of behavior, dress and even musicality.
  We know that these individuals rarely have good access to education, which hinders their professional growth. And maybe the key to solving this impasse of social inequality, discrimination and poverty, the concern is with the actual education and moral formation of all, putting it in the foreground and the awareness that we are all one. Why this way, would look more to the next, we would take a more responsible and concern ourselves with our future.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Juventude marginal e expectativa do futuro na periferia

    A criminalidade é um dos pontos que vem nos preocupando muito, pois jovens de todas as classes sócias vem se envolvendo no mundo das drogas ou mesmos do crime, nos índices de jovens que cometem crimes ou se envolvem com drogas, e o mais triste é que essa é uma entrada sem saída, a maior parte são da periferia, por que muitas vezes seguem de exemplo ou mesmo ficam influenciados no meio em que vivem.
   As expectativas de um futuro na periferia se tornam as vezes algo inacreditável pois os jovens das periferias não possuem acesso a educação de qualidade, também sofrem muita discriminação pelo fato de morar em periferias as pessoas pensam que são bandidos, e não os aceitam em seu mundo, e na maioria das vezes param de estudar para trabalhar procurando assim o seu sustento e uma vida melhorada.
  Um futuro melhor pode ser implantado nas periferias melhorando em primeiro lugar a educação e fazendo essas pessoas da favela se envolver em projetos que possam melhorar as suas vidas como por exemplo , investir na segurança nessas área periféricas para que essas pessoas venham a ter uma maior expectativa de vida, todo ser humano tem direito a moradia, essa situação que acontece em grande parte do Brasil essa desigualdade social , é uma grande falta de respeito com essas pessoas.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

“Posição ‘Marginal’ ou ‘Periférica’ com relação aos paradigmas éticos e estéticos da sociedade burguesa.”


   Se um indivíduo vive à “margem” da sociedade, certamente ele terá hábitos e formas de linguagem diferenciada de uma pessoa da elite burguesa, por exemplo, e com isso, encontros entre esses dois indivíduos podem gerar uma espécie de preconceito e discriminação, notando-se que hoje em dia os reais valores de uma pessoa estão sendo vistos de uma maneira desfocada do que realmente importa.
Isso ocorre devido à má formação destes na sociedade. Falta de conceitos básicos em cada um, que nos levaria a compreender coletivamente que nós somos “alguém” pelos valores que temos internamente e pelo que temos produzido em relação à sociedade, e não pela forma que falamos, vestimos, pelo carro que andamos, onde moramos, etc. Mas infelizmente o que está claramente perceptível é uma grosseira divisão social. Todos os dias enxergamos isso, e os dias se passam com muito pouco sendo feito em prol de uma melhora desse quadro. Se você apenas liga a sua televisão, por exemplo, você está sendo influenciado a todo o momento a se enquadrar em um perfil estético padrão. Por todos os lados, é isso que está sendo estimulado em nós. Cada um olha para si mesmo e para as suas aparentes necessidades, e ignora a fundamental necessidade que muita gente tem.
Sem dúvidas, é realmente difícil se despir de toda essa bagagem mental de desfoque que vem sendo inserida em cada um de nós desde crianças, muitas vezes sem que percebamos. E então chega certo momento que achamos tudo natural e normal, coisas que na verdade não são. Mas se todos ao redor acham que são, torna-se difícil, perceber o contrário.
   Chegando a esse raciocínio, resta-nos apenas uma questão. Qual seria a solução para que esse paradigma seja dissolvido? Logicamente que uma educação preocupada com a formação moral, que nos ensine bons valores e forme o caráter do indivíduo. É esse tipo de foco que tem nos faltado e que faria a diferença. Em primeiro lugar, precisamos despertar a consciência de que nós somos os responsáveis pela sociedade estar do jeito que está, e só nós mesmos podemos reverter este quadro, assumindo uma postura ativa, e não simplesmente pondo sempre a culpa em outras pessoas ou fatores.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O surto industrial na Bahia e a favelização da cidade de Salvador

Quando descrevemos sobre a industrialização de alguma sociedade o crescimento econômico e populacional vem sempre interligados. Normalmente esse crescimento e benéfico se olharmos para a economia, porem se olharmos para a poluição proporcionada e impactos ambientais essa opinião já muda, principalmente se incorporarmos o êxodo populacional proporcionado pelas instalações dessas fabricas.

A cidade de salvador a parti da década de 50 já começava uma significante industrialização, com os incentivos fiscais dados pelo governo as empresas que aqui se instavam-se, pela falta de oportunidade da população no mercado de trabalho e de investimento. Mas com essa industrialização trouxe consigo os problemas, com o aumento das empresas na área de salvador ocorreu um êxodo para a cidade, e as pessoas que não conseguiam se empregar ou até mesmo as que se empregavam o salário não dava para se manter e assim não tendo condições para se manter de forma digna, assim começaram a se alastrar as favelas que foram se alargando a medida que o tempo passava.

Hoje na cidade de salvado predominam as atividades de serviços como: turismo e comércio, mas é marcante o crescimento da industrialização. O Centro Industrial de Aratu, incentivou a instalação de unidades fabris, que têm crescido em número e diversificação de produtos. As principais indústrias são do setor têxtil, alimentício, de construção civil, e de transformação de couro, fumo e cacau. No quadro econômico destacam-se ainda a pesca e a agricultura. O pólo petroquímico de Camaçari, que industrializa o petróleo do recôncavo, funciona como centro de atração para diversas atividades da área industrial e comercial.

Apesar de ter ocorrido uma melhora enorme, no salário dos trabalhadores das grandes e pequenas industrias da região de Salvador e na região metropolitana, a qualidade de vida não é nenhuma das melhores do Brasil, e a favelização continua a crescer, pois os incentivos esperados pelos trabalhadores do governo não ocorre, e os trabalhadores continuam a ser os escravos do sec. XXI e a marginalização nas favelas só aumenta pela falta de incentivos
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domingo, 21 de agosto de 2011

Movimentos sociais em Salvador

                   
    Sem teto são todas as pessoas, que não possuem uma moradia fixa, que vivem de favor, ou em locais públicos. Tendo como exemplo a cidade de Salvador, encontramos um movimento, feito pelo os desabrigados. O conhecido MSTS (Movimento Sem-Teto de Salvador), possuíam mais ou menos, dois mil cadastrados no ano de 2006.
     Este movimento, foi criado em 20 de julho de 2003, na Estrada Velha do Aeroporto, sendo lá o seu primeiro assentamento para sem-tetos de Salvador. Esse possuía um lema, sendo esse: UM, DOIS, TRÊS, QUATRO, CINCO, MIL, QUEREMOS MORADIA, OU PARAMOS O BRASIL. Pedro Cardoso e Lúcia, são dois dos coordenadores do MSTS.
   Em 2004, as famílias que habitavam a fábrica da TOSTER, foram ocupar a loja de tecido Alfred. Nessa mesma época, Salvador possuía cerca de cinqüenta áreas de riscos condenadas pela Codesal, e que era habitadas por esses desprovidos de tetos.
A primeira passeata em agosto de 2003, teve doze quilômetros de percurso, partindo da Prefeitura Municipal de Salvador Nesses últimos tempos, as famílias que invadiram a fábrica da Toster em 2004, receberam uma moradia, após sete anos, de luta e espera, se esse povo esquecido pelos nossos governantes não fizerem o que fazem invadir mesmo , eles nunca terão um lugar pra morar , pra viver com sua família , por que casa e alimentação é um direito de todos os seres humanos, o dia-a-dia dessas pessoas é muito triste, ele estão ali em um lugar sabendo que a qualquer momento a policia pode vir e te tirar de lá.
Alguém no poder desse pais tem que fazer alguma coisa urgentemente pra ajudar a essas pessoas, que só querem uma moradia pra viver em paz com sua família, dizem que o Brasil, é um pais desenvolvido mais nas situações que o pais se encontra hoje, um pais que será sede da próxima copa do mundo  não pode, deixar que essa situação permaneça tem que mostrar que o Brasil realmente é um pais desenvolvido.

sábado, 13 de agosto de 2011

A Evangelização Dos Excluídos E A “Demonização” Das Religiões De Matriz Africana

  
  Em nossa atual sociedade, podemos observar que existe claramente uma classe social “excluída”, ou seja, à margem da mesma. Integrantes deste grupo deparam-se diariamente com um cenário de violência, criminalidade e sofrimento, e muitas vezes a falta do básico para a sobrevivência, forçando-os a buscar algo que lhes dê apoio, fé, esperança e motivação para continuar vivendo. E é aí que muitos acabam optando por seguir uma religião, no caso, a que lhes é transmitida através de gerações, geralmente em nosso país o Cristianismo ou Catolicismo.
  Visto que, enquanto freqüentam a igreja ocupam o seu tempo mantendo-se longe da violência, drogas e etc., este pode ser considerado um ponto positivo, assim como o fato de estarem pregando algumas coisas positivas lá dentro. Mas, é fácil de notar que a maioria das pessoas adeptas a esses tipos de religiões possuem um comportamento desrespeitoso e hostil para com os adeptos de outros tipos de religiões, sendo intolerantes com outros modos de pensar e se manifestar, principalmente em relação às de origem Africana, como o      Candomblé, por exemplo, freqüentemente consideradas “Demoníacas”.
  A história do país é um fator determinante na formação do perfil psicológico dos indivíduos, logo, um dos motivos para tal intolerância é o fato de que os negros foram tidos como escravos e “não-humanos” durante um bom tempo no Brasil e no mundo. Esse olhar equivocado e preconceituoso foi passado através das gerações. A própria religião em questão, muitas vezes acaba transmitindo tal intolerância para quem a segue, de modo que, tudo que não vai de acordo com o que eles acreditam como o real e certo, é visto como opositor e merecedor de desprezo. Quando alguém cita um Orixá, por exemplo, certamente você já deve ter presenciado e até mesmo praticado um ato ou expressão de repugnância, como se aquilo fosse algo ruim ou uma ofensa, mesmo sem ter procurado se informar claramente do que se trata e como é tal cultura. E o mais impressionante é que quando apontados esses tipos de comportamento a uma pessoa praticante, muitas vezes ela leva como algo comum, normal, e é aí que está o problema, pois sem a conscientização, não existe mudança eficaz para uma postura mais respeitosa com o próximo, independente de sua religião ou crença.
  O primeiro e principal passo em direção dessa mudança de visão do outro, para melhor convivência em harmonia, é a boa educação, sem dúvidas. Uma educação de base, eficaz, que priorize as virtudes, a qual precisamos valorizar.